RSS Twitter Facebook Google+

Ide por todo mundo,pregai o evangelho a toda criatura - Mc. 16:15

Entrevista - Banda Antiphona‏

Entrevista - Banda Antiphona‏ Entrevista - Banda Antiphona‏

Estou aqui hoje com Syd, o vocalista da banda Antiphona,  o qual teremos o imenso prazer de entrevistar.

JdC. Syd, qual a história da banda, como ela surgiu e quem foram as pessoas que lhe incentivaram a prosseguir com esse ministério?

Syd: A banda começou em 2000, fundada por mim e dois grandes amigos, os primos Douglas Alves (baixo/teclado) e Marco Antônio (bateria). Conheci Douglas num ponto de ônibus quando éramos alunos da UFRJ e conversávamos muito sobre música, bíblia, igreja e muitos outros assuntos, o que nos fazia perceber uma grande afinidade. Naquela época eu fazia parte de uma banda que de repente ficou sem baixista e baterista, e eles foram minhas opções mais que imediatas.  Essa banda acabou se dissolvendo poucas semanas depois, e a partir disso, nós três, os remanescentes, fundamos o Antiphona. Essa formação durou quase 5 anos. Depois da primeira formação tivemos outras com músicos e amigos sensacionais que certamente foram importantes na história da banda. Hoje o Antiphona é formado por mim (voz, guitarra e sintetizadores) e por Gustavo Brown (baixo, guitarra e sintetizadores). Sobre a questão do incentivo, uma banda gospel conta principalmente com o apoio da igreja, tendo espaço nos cultos para mostrar as composições inéditas e também é onde os primeiros ensaios acabam acontecendo. Nossos familiares também são grandes incentivadores, pois é deles que vem a paciência para entender que precisamos de tempo para ensaiar e gravar em feriados e fins de semana, dias nos quais esperam poder contar com nossa companhia. Enfim, temos grandes incentivadores ao longo de nossa história e graças a Deus a lista é deveras extensa.

JdC. Uma coisa que me deixou intrigado foi o nome da banda. Poderia nós contar o porquê do nome?

Syd: Pois é, temos um nome bastante incomum, he, he, he... O nome, de origem grega, foi escolhido pelo nosso ex-baixista, o Douglas Alves, que além de ser ótimo músico também é um grande estudioso. Não por acaso, ele se dedicou ao seminário teológico e hoje é pastor. “Antiphonas” são versos alternados cantados por um coral. São versos responsivos, ou seja, metade do coral canta alguns versos, e em resposta, a outra metade canta outros versos. Outra definição diz que antífona trata-se de versículo cantado pelo celebrante antes e depois de um salmo. Uma peça musical executada por dois coros semi-independentes, interagindo um com o outro, às vezes cantando frases alternadas, é classificada como antifonal. Explicar o nome da banda sempre gerou histórias hilárias. No início da banda, quando éramos convidados para tocar em alguma igreja, antes de começarmos a tocar o pastor sempre perguntava, ali na frente de toda a congregação, o significado do nome. Eu sempre passava a bola pro Douglas, que apesar de ser pastor hoje, na época era muito tímido. Eu virava pra ele sorrindo e dizia: “O irmão Douglas terá imenso prazer em explicar”. Ele retribuía com outro sorriso, mas no olhar trazia aquela expressão que dizia “Syd, vou te pegar no próximo ensaio”. Era muito divertido, rs, rs, rs, ...

JdC. Quais foram as dificuldades no início da carreira?

Syd: é mais fácil responder quais dificuldades não tivemos, rs, rs, rs...No começo não tínhamos nosso próprio equipamento e era natural ter que pedir algo emprestado a amigos coisas como prato de bateria, violão, baixo, pedal de efeito pra guitarra, etc. No começo não tínhamos grana para ensaiar em estúdio, então a única alternativa era negociar em nossas igrejas permissão para ensaiarmos em dias e horários que não tivesse programação e que também não atrapalhasse o trabalho do pessoal da limpeza. Isso nos fez ter incontáveis ensaios em feriados, começando às 8h da manhã. A uma hora daquelas minha voz soava naturalmente gutural como a do Mauro (Oficina G3), he, he, he...

Outro problema que tínhamos era a aceitação de nosso repertório mais rock and roll, o que nos fazia deixar escondido na manga um repertório mais light para lançar mão de última hora caso percebêssemos que a congregação não era assim tão progressista quanto tinha dito a pessoa que havia feito o convite. São coisas que a gente só aprende na prática mesmo.

JdC. Sabemos que o primeiro CD da banda é influenciado por seu testemunho de conversão, você poderia nos contar um pouco sobre seu testemunho?

Syd: Tudo começou quando eu ainda era criança e ouvia em minha cabeça belas melodias que com o tempo fui percebendo que não existiam, ou seja, eu não tinha ouvido no rádio ou na TV. Eram canções originais, com começo meio e fim. Essas melodias eram minhas companheiras nos momentos de tristeza. Como eu era uma criança muito tímida e fechada devido a uma doença chamada psoríase, deixei isso quieto por anos com medo de que me achassem doido (risos). Na adolescência comecei a escrever poesias, totalmente inspirado pelos estilos literários que eu aprendia na escola, como o Romantismo e o Simbolismo. Com 19 anos comecei a tocar violão, mas sem uma dedicação maior. Enfim, quando me converti, aos 20, em oração perguntei a Deus o que eu deveria fazer das canções que habitavam minha mente. A resposta? Compor canções que falassem do amor d’Ele e que narrassem minha caminhada na fé, Seu amor, Sua misericórdia, pois foi exatamente nessa época, em meu primeiro ano na igreja, que Deus me curou de uma doença que já durava 16 anos. A partir daí, comecei a levar o violão a sério para tocar no grupo de louvor da igreja e começar a tornar reais todas essas músicas que vocês podem bem conhecer ouvindo o cd do Antiphona.

JdC. Como se deu o propósito de gravar o primeiro CD?

Syd: Foi justamente para tornar reais aquelas canções que habitavam minha mente e meu coração, pois Deus já havia confirmado o que eu deveria fazer com elas. Daí em diante, eu tinha que fazer minha parte.

Foram três anos estudando produção musical, edição de áudio e gravando esse disco que é a realização de um sonho. Durante esse período vivi altos e baixos, períodos de prosperidade e também de desemprego, momentos de alegria e de desesperança. Deus estava comigo sempre! Cada sentimento está impresso em cada nota musical gravada e em cada palavra cantada. Havia madrugadas de choro e angústia e em seguida Deus me dava um riff de guitarra ou o tema de cordas para uma determinada canção. Enfim, ao longo desse período Deus me fez de fato sentir o que estava cantando. Não são palavras aleatórias entoadas buscando apenas perfeição melódica. É muito mais que isso. Ali canto “Não vou temer, não vou me entregar porque sei que meu Deus a vitória fará derramar em meu viver” (“Certeza de Vitória”), “Sei que Jesus Cristo é meu escudo e proteção e que contra todo mal Seu poder e glória prevalecerão” (“Escudo e Proteção”), “Deus Pai, quero te agradecer” (“Vida”), “Eu me afastei da Tua proteção, flechas fazem sangrar meu coração, mas eu quero voltar e em Teus braços chorar e ser só Teu” (“Redenção”) sentindo exatamente o que estava sendo pronunciado. Em cada canção está meu testemunho de ter sido curado de uma enfermidade que me fez sofrer por 17 anos, tem o testemunho de ter tido sonhos realizados pela misericórdia de Deus. Gravar músicas de louvor e adoração a Deus não é e nunca deve ser algo protocolar, cumprimento de contrato ou atividade burocrática. Música já é algo que deve ter emoção no estágio mais elevado, e se for pra falar de Deus então, tem que ser uma experiência de entrega nas mãos d´Ele e ser além dos limites da alma e do coração.

Ao ouvir o resultado final, meu sentimento foi de felicidade absoluta por ter conseguido expressar em 100% o que estava dentro de minha mente e de meu coração. É como se cada melodia e arranjo fossem a trilha sonora de um filme que mostra a história da minha vida através das letras. Cada verso, cada palavra contidos nas letras são expressões exatas da minha caminhada com Cristo, que se iniciou com minha conversão. Tudo ali é muito auto-biográfico, ou seja, eu estou ali contando minha vida, as mudanças que Deus operou, os momentos em que a fé balançou e me senti inseguro, a provisão de Deus dizendo que estava no controle, os momentos que me afastei dos desígnios d’Ele e Seu amor ao me receber de volta em Seus braços.

JdC. Como se deu a escolha do repertorio?

Syd: Bom, é um trabalho minucioso que requer uma dedicação toda especial. Eu penso no cd como uma obra que será ouvida do inicio ao fim, onde o músico levará o ouvinte por uma viagem onde lhe mostrará todos os sentimentos que estão em sua alma. Apesar de hoje em dia pouquíssimas pessoas ouvirem um álbum na sequência, preferindo ouvir as faixas de maneira aleatória no mp3 player, tive o cuidado organizar as faixas numa ordem em que houvesse uma dinâmica, ou seja, que mantivesse o ouvinte interessado. A arte do disco remete ao disco de vinil, representante de uma época em que ouvir um álbum era algo que se parava para fazer, acompanhando as letras, cantando junto, esmiuçando a ficha técnica, vendo as fotos, etc. Conceitualmente queríamos essa ideia de convidar o ouvinte a ouvir na íntegra, na ordem.

JdC. O que lhe inspirou a gravar o hino “Deserto” e nos fale um pouco sobre ele?

Syd: “Deserto” (http://youtu.be/c5D5E2fgd0c) é uma música muito especial pra mim. Foi inspirada no triste fato da morte da menina Gabriela Prado Maia Ribeiro, morta por bandidos nas escadarias do metrô da São Francisco Xavier, em 2003, no Rio de Janeiro. Foi algo que me entristeceu muito, pois a violência é um problema crônico em nosso país, e quando você vê vidas sendo destruídas dessa forma, e também o sofrimento gigantesco das famílias, é impossível não se sensibilizar. Sou da opinião de que as pessoas envolvidas com arte, seja música, artes plásticas, teatro, cinema, o que for, e que tem como repercutir suas opiniões na mídia, devem se mobilizar e cobrar dos governantes que tomem medidas práticas para coibir a violência e não tolerar a impunidade. Eles são eleitos por nós, e tem o dever de tomar medidas para que tenhamos uma sociedade mais segura. Infelizmente mesmo tendo sido escrita há 10 anos, “Deserto” continua sendo uma música atual. Basta ligar a TV para nos depararmos com casos chocantes como o da jovem Daniela Nogueira Oliveira, de 25 anos, que foi baleada na cabeça, grávida de 9 meses, numa tentativa de assalto, em São Paulo. Ou então o caso do pedreiro Amarildo, pai de família que, ao que tudo indica, foi vítima de uma violência inominável por parte de homens que não merecem o título de policiais.

JdC. Sempre tem aquele hino que fala diretamente conosco, que faz o diferencial, que nos toca profundamente. Qual seria o hino do vosso repertorio que traz isso para si?

Syd: Na verdade todas as músicas são especiais e me tocam profundamente, pois todas (com exceção de “Deserto”) contam a história da minha vida, minha caminhada com Deus, entende? Cada música é um capítulo importante, e todas elas em conjunto contam uma história completa de alguém que sofria de uma enfermidade há 16 anos e que não tinha mais a mínima vontade de viver. É uma história que tem Deus escrevendo vários finais felizes, realizando sonhos e renovando a cada dia o propósito de testemunhar desse amor.

JdC. Queria que você nos falasse um pouco sobre o "Carpe Diem" e o que ele representa para a banda?

Syd: Sem sombra de dúvida que “Carpe Diem” é nossa principal música, pois foi através desse videoclipe que o Antiphona foi projetado ao cenário musical, não apenas gospel, para que as pessoas conhecessem nosso trabalho. As participações do clipe em festivais importantes, de grande credibilidade no Brasil e no mundo, foram importantíssimas no processo de divulgação do cd. Pela primeira vez, um vídeo ligado ao universo gospel participou do Anima Mundi, maior festival de animação da América Latina. Em março desse ano, o clipe de “Carpe Diem” foi escolhido pelo público como o Melhor Vídeo de Animação de 2012 no tradicional Festival do Minuto. Em abril o clipe participou do VI Festival Internacional de Filmes Curtíssimos, no CCBB, no Rio, na Mostra Nacional Competitiva com outros 22 filmes, nem todos sendo animações. O clipe também foi exibido em festivais na Argentina e na Colômbia. Enfim, os resultados superaram em muito nossas expectativas para o lançamento de um primeiro cd, e claro que isso nos deixa muito felizes.

JdC. Queria que você também nós contasse como se deu o processo tanto de criação como a de gravação de "Carpe Diem".

Syd: Sempre sonhei em ter um clipe em animação para uma música do Antiphona. Sou fã de animação desde criança e já frequentei incontáveis edições do festival Anima Mundi. O clipe de “Carpe Diem” foi feito pelo designer e cineasta brasileiro radicado no Canadá Dimitri Kozma. Eu era admirador do trabalho dele já há bastante tempo, e certa vez o adicionei no Facebook com o intuito de manifestar minha admiração. Disso resultou uma série de aprazíveis conversas e a proposta dele de fazermos esse projeto como uma parceria, ou seja, ele faria a animação em cima da música e eu cuidaria também dos efeitos, sons ambientes, enfim, dos detalhes finais. Foi um prazer indescritível trabalhar com o Dimitri, pois ele é uma pessoa bem humorada, inteligente, acessível e talentosíssima. O clipe é lindo e agrada a adultos e crianças graças a seus personagens cativantes e meigos. Tem todo um colorido que parece saltar pra fora da tela. A mensagem da canção é passada de forma plena e delicada.

JdC. Nos conte as novidades e o que vêm por ai?

Syd: No momento estamos trabalhando com um artista plástico e designer aqui do Rio de Janeiro chamado Rafael Costa, o qual está criando nosso novo videoclipe. Foi ele que cuidou de toda arte do nosso cd captando com grande inteligência o clima retrô das músicas. Alem disso há grande probabilidade de que voltemos a trabalhar com Dimitri Kozma. Enfim, virão boas surpresas por ai.

JdC. Quais são os projetos futuros da banda?

Syd: Estamos nos dedicando ao projeto cujo título provisório é “Acoustic Sessions”, que como o próprio nome diz, consiste de músicas em formato acústico, ou algo bem próximo disso, com violões de 12 cordas, bandolim, guitarras semi-acústicas, pianos, cordas, órgãos, etc. Traremos tanto versões de algumas músicas desse primeiro cd quanto composições inéditas.

JdC. Deixe os vossos contatos para um possível convite.

Syd: Contatos: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. / O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.">O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.">Site oficial da banda: http://www.antiphona.com.br

JdC. Suas considerações finais:

Syd: Gostaria de deixar um grande abraço em meu nome e do Gustavo a todos os leitores do Jovens de Cristo e que Deus os abençoe grandemente. Agradeço pelo carinho que tem tido conosco, nos apoiando e ajudando a divulgar nosso trabalho. Nós mesmos estamos vendendo o cd enviando para todo Brasil. O cd custa R$7,00. O preço final com frete incluso é R$ 9,00. O cd tem encarte com todas as letras, foi fabricado em Manaus na Microservice/Videolar e conta com arte do talentoso artista plástico e designer Rafael Costa.

Para conhecer mais do nosso trabalho e só entrar em um dos seguintes links:

Vendas: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. / O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Youtube - link do clipe "Carpe Diem":
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=c5US-o5oouY

Site oficial da banda:
http://www.antiphona.com.br

Soundcloud:
http://soundcloud.com/antiphona-1/sets
http://soundcloud.com/antiphonarock

Facebook Fan Page:
https://www.facebook.com/BandaAntiphona

Facebook Profile:
https://www.facebook.com/Antiphonarock

Twitter:
http://twitter.com/Antiphonarock

JdC. Agradeço ao Syd, por ter nós concedido essa entrevista, é bacana podermos conhecer mais pessoas que estão dispostas a fazer o diferencial.

Muito obrigado Syd e que Deus lhe abençoe grandemente.

A informando que a partir de hoje estará rolando sorteio de 5CD’s da banda, então corra na página oficial do JdC e concorra.

Wevellen Salles

Sou estudante de Sistemas de Informação (CTESOP) e um dos Coo-fundadores do Portal JovensdeCristo.Com, a qual tenho imenso prazer em participar.

Website.: twitter.com/#!/wevellen_salles

Deixe um comentário

Certifique-se de preencher os campos indicados com (*). Não é permitido código HTML.

voltar ao topo

Facebook

/Agenda

Twitter

Any data to display

Notícias

  • 1
  • 2
Prev Next
Exposição vai mostrar supostos restos mortais de Tiago, irmão de Jesus

Exposição vai mostr…

O colecionador de antiguidades Oded Golan pretend...

Cristã

Brasileiros se casam mais vezes e uniões duram menos

Brasileiros se casa…

Entre 2002 e 2012, número de recasamentos cresceu...

Brasil

Esportes

  • 1
  • 2
Prev Next
Técnico José Mourinho diz que “segredo” é  Ler a Bíblia antes dos jogos

Técnico José Mourin…

Atualmente no Chelsea, concedeu uma entrevista re...

Futebol

Seleção lança uniforme da Copa, e Felipão diz: 'Falta a sexta estrela'

Seleção lança unifo…

Na tarde deste domingo, no Forte de Copacabana, n...

Futebol

Entretenimento

  • 1
  • 2
Prev Next
Britney Spears se baseia na Bíblia para condenar o casamento gay

Britney Spears se b…

Segundo um tablóide americano a cantora pop não a...

Música

Thalles no Programa da Eliana

Thalles no Programa…

O Cantor Thalles Roberto estará se apresentando n...

Tv

Tecnologia

  • 1
  • 2
Prev Next
Google anuncia bloqueio de buscas por pornografia pedófila

Google anuncia bloq…

O presidente do Google, Eric Schmidt, anunciou ...

Internet

Anatel conquista liminar sobre a validade de créditos pré-pagos

Anatel conquista li…

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)...

Produtos